Posted by Rodrigo Dias on
June 29, 2009
Gaúcho volta à Stock Car
Ele faz 39 anos no dia 8 de novembro. Quatorze dias depois da data de aniversário, estará de volta ao circo da Copa Genéricos de Stock Car. Não, não estou falando de nenhum piloto. É um circuito. O tradicional circuito de Tarumã, localizado em Viamão, próximo à Porto Alegre, aqui no Rio Grande do Sul.
Neste ano ele seria substituído pelo novíssimo autódromo do Velopark. Porém, a crise afetou a programação de conclusão das obras e a pista não estará pronta até o dia 22 de novembro. Apesar de Tarumã estar meio capenguinha, com pouca estrutura para receber todas as categorias do grupo Stock Car – Principal, Vicar, Jr. e Pick-Up -, não deve ser descartada nunca como palco para provas com emoção.
O traçado é curto. Para fazer ultrapassagens, é preciso ter culhão. Muitos reclamam da proximidade das muretas de proteção e tal. Imagino eles correndo em um oval, em que o muro está sempre ali, do lado. Segurança? Ok, pode não ser das mais eficientes, mas isso vem, também, do carro, não?
Enfim, Tarumã volta de onde nunca deveria ter saído. O que é preciso é aumentar o espaço. Receber provas importantes está cada vez mais difícil.
Posted by Rodrigo Dias on
June 22, 2009
Cuma?
Faz tempo que não falo de automobilismo gaúcho aqui nesse espaço. Esse ano não fui nenhuma vez a Tarumã por diversos motivos – primeiro, falta de grana, depois porque me mudei de cidade por causa do emprego, e agora porque não tenho como me deslocar. Mas continuo recebendo as informações.
Hoje foi realizada a segunda etapa do Gaúcho de Marcas e Pilotos, em Guaporé. E, pela segunda vez consecutiva, mais de 40 carros no grid. O que é muito bom, se formos pensar naquela lenga-lenga de crise mundial, que ninguém quer patrocinar ninguém, coisa e tal, tal e coisa. Só em Guaporé foram 44 carros alinhados. Ano passado, o máximo que teve, foi de 39.
A vitória ficou com os Eduardos Brigoni e Fagundes, do Uno 77.
Posted by Rodrigo Dias on
June 21, 2009
Tá ficando chato, já
Acompanhar a Fórmula 1 está ficando chato. Aliás, faz tempo que penso assim: acordar domingo pela manhã – ou na madrugada, dependendo do local da prova – é um saco. As corridas são quase sempre previsíveis. Quem larga na ponta não perde, a não ser que faça uma bobagem. Quando na ponta, não é ameaçado, porque os pilotos não gostam de arriscar quando estão nas primeiras posições – só quando estão nas intermediárias, e olhe lá.
Nesse domingo não foi diferente. Poucos duvidavam que Sebastien Vettel, da Red Bull Racing, não cometeria erros nas primeiras voltas. Também, não acreditavam que o guri dispararia mesmo tendo o carro mais pesado dos dez primeiros. O alemãozinho fez os dois e, em momento algum, foi ameaçado. Rubens Barrichello tentou no início, mas perdeu a batalha na primeira curva e viu o monoposto azulzinho sumir na frente e um embutido em sua traseira.
Vettel venceu. Está a dois pontos de Barrichello, o segundo. Jenson Butto, o líder do campeonato, foi choco. Terminou na sexta posição. Enfim, a corrida foi chata – como a da Turquia, como a de Mônaco, como a de Barcelona, como as anteriores, exceto a da Austrália.
Assim como é chato sempre ter uma desculpa para o desempenho de Barrichello. Ou são os freios, ou é a equipe que é bobalhona e muda a estratégia do companheiro e a dele é mantida, ou são os adversários. Dessa vez, foi a dor nas costas. Gosto do brasileiro. Acho ele um dos melhores pilotos da Fórmula 1 da atualidade. Mas está cada vez mais chato acompanhar essas desculpas – verdadeiras ou não. Ainda tenho fé que ele vá vencer nesta temporada.
O que é chato, também, é a minha ausência desse blog. Mas um dia eu retomo as atividades. Ou não. Eu gosto de ser chato.



